Waterboys sobem ao palco da Expofacic em 31 de julho

 

Está confirmado. Os Waterboys vão atuar na Expofacic em 31 de julho, deixando perspetivar a aposta forte da organização na componente internacional de um cartaz que conta já com James Arthur (4 de agosto), protagonista das mais fulgurantes carreiras musicais dos últimos anos a nível mundial. Quanto aos Waterboys, que desde a década de 80 alimentam o culto de imensas legiões de fiéis seguidores em todo o mundo, afiguram-se desde já como um dos maiores alicientes do alinhamento dos espetáculos que vão passar no palco principal do evento de 26 de julho a 5 de agosto. A sobrecarregada agenda da banda de Mike Scott inclui Cantanhede para um concerto que se antevê memorável face à sua legendária sonoridade próxima do rock alternativo e que adquire a singularidade que a distingue numa síntese que incorpora influências do rhythm & blues, o folk e da música céltica, entre outras.

Uma viagem à dimensão mítica do pop/rock é o que aguarda o público que em 31 de julho se deslocar ao Parque Expo-Desportivo de S. Mateus, quando irromper pelo recinto o som vibrante e sedutor de temas como The Whole of the Moon, Glastonbury Song, Long Strange Golden Road e sobretudo Fisherman’s Blues, essa pérola que ainda hoje é vista como um autêntico hino para quem a descobriu durante a adolescência ou juventude. 

Esses e outros greatest hits serão a base do alinhamento do concerto de 31 de julho da Expofacic, sendo de esperar a passagem pelas diferentes fases do percurso da banda e também alguns dos êxitos dos seus álbuns, sobretudo o último, Out Of All This Blue, de 2017, onde Mike Scott entra em outras abordagens, fruto de colaborações inspiradoras e determinantes no seu mais recente fluxo criativo. Trata-se de um álbum duplo que a crítica não hesita em considerar como “a talvez mais brilhante e audaz reinvenção dos Waterboys até à data. Nele estão as letras que refletem os interesses de Scott em espiritualidade, misticismo e poesia céltica e as canções de amor tão apaixonadas e desenfreadas que caracterizam o seu cânone: o balanço filosófico atrevido de Do We Choose Who We Love, a urgente Morning Came Too Soon, a fanfarra descarada de Love Walkks In e a sinfonia da rua cheia de incidentes de Nova York, I Love You, entre outras músicas que “iluminam o duplo álbum com alcance caleidoscópico, rico em caráter e localização, repleto de detalhes musicais e líricos”.

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